13 de abr de 2015

Quem é você? Águia ou Galinha?


Irmãos, nesta tarde li o e-book "Águia ou Galinha - Quem é você", de Jorge Linhares, e gostaria de compartilhar com vocês algumas partes dessa abençoada leitura:

Várias vezes na Bíblia Deus associa sua maneira de agir conosco com a da águia. Em Isaías 40:30, ele compara a águia àqueles que nele esperam. E se assim o faz é porque certas características de águia devem fazer parte de nossa vida – são qualidade que ele deseja ver em nós.

A águia é corajosa e destemida. Essa é uma característica própria da águia – ela não se intimida diante de uma tempestade. Quanto mais forte o vendaval, mais alto ela sobe. Quando vê o prenúncio de um vendaval, sai logo do ninho, abre as asas, estufa o peito, e aproveita a fúria dos ventos para alçar vôos mais altos. Aproveita os redemoinhos, as intempéries, porque gosta de estar acima das nuvens. À medida que os filhotes vão crescendo ela vai retirando primeiro as penas, depois o capim, para que os espinhos criem certo desconforto, e eles alcem vôo. Deus nos chamou para sermos águia. Para olharmos de cima. Para alçarmos vôo face às circunstâncias adversas. Para vivermos nas alturas – sem nos cansar, sem nos fatigar. O alvo da águia é ganhar altura. Façamos como Davi: “Os meus olhos se elevam continuamente ao Senhor...” (Sl 25:15).

“Pois em ti, Senhor Deus, estão fitos os meus olhos...” (Sl 141:8). Ser uma águia depende da visão que se tem de Jesus. Quem tem uma visão tacanha do Rei dos reis jamais será uma águia. De período em período a águia renova sua plumagem. Quando as penas estão por cair, a águia empreende um vôo veloz e mergulha nas águas de um rio para, com o choque, desprender as penas velhas. Aí então levanta vôo com a força do novo plumacho. É assim que ela rejuvenesce (Sl 103:5). Nossas forças também podem se renovar. Basta que mergulhemos no rio de Deus, no rio da vida. Deus quer que sejamos águia. Jesus quer que voemos na tempestade. Quer que sejamos caçadores. Que enfrentemos o vento, e, quando vier a luta, subamos mais alto ainda. Sou grato a Deus, por estar-me ensinando a ser águia. Eu me recuso a ter a visão limitada, estrábica e medíocre de uma galinha. Eu quero ser como águia.

A galinha, temerosa, foge ao primeiro sinal de perigo. A águia, intrépida, enfrenta o perigo; não se deixa vencer. “...Deus não tem nos dado espírito de covardia, mas de poder...” (2Tm 1:7). Deus quer nos libertar do espírito temeroso, próprio da galinha, e nos dar a intrepidez e a coragem da águia. A galinha se sujeita a ficar presa; se acomoda ao cativeiro. Com um simples barbante se prende uma galinha ao pé de uma mesa. A águia, não. Ela não aceita o cativeiro. Ela tenta romper o laço; se não o consegue, tenta cortar o pé da mesa; e se ainda assim não se liberta, debate-se até cortar os pés. Voa sem pés mas se nega a perder a liberdade. Não nascemos de novo para viver confinados no terreiro de uma vida medíocre. “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou... não vos submetais de novo a jugo de escravidão. (Gl 5:1).

Quando uma tempestade ameaça cair, a galinha corre para um abrigo. A águia, ao contrário, adora um vendaval, porque quanto mais forte o vento, mais alto ela voa. Vale-se das intempéries para desenvolver suas asas, vigorá-las ainda mais poderosas. “Seu vôo é impetuoso”. (Dt 28:49). E para nós, uma “tempestade” é uma ameaça ou um desafio? Diante da adversidade escondemo-nos e deixamos escapar a oportunidade de “subir” espiritualmente? O mundo da galinha se resume a poeira, lama, sujeira. O da águia não tem limites. O seu limite é o 
céu.

Deus te abençoe!

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