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30 de mar. de 2015

Sementes da Primavera - YV


Amadas irmãs, descobri um plano de leitura bíblico muito edificante do aplicativo ‪#‎YouVersion‬ chamado "Sementes da Primavera - A Jornada de 40 dias de uma Mulher."

Gostaria de indicá-lo à vocês, e se sentirem no coração, as convido para estarmos juntas nestes 40 dias orando respaldadas nas leituras bíblicas que faremos através deste plano.

A Bíblia freqüentemente usa estações do ano para mostrar como Deus trabalha em nossas vidas. Este devocional de 40 dias para mulheres usa um jardim como metáfora para o crescimento em Cristo. Cada dia você receberá uma "Semente da Verdade" (Escritura) e instruções sobre como "Plantar a Semente" (manter no coração) e "Regar a Semente" (aplicar). Anime-se! O Senhor fará crescer um lindo jardim com o caráter dEle em seus corações, transbordando-os com a plenitude do Senhor.

Iniciei hoje este ‪#‎planodeleitura‬ e postarei o 1º dia abaixo com o objetivo de explicar sobre como serão estes 40 dias, e de motivá-las a fazê-lo. Será um tempo muito especial, de comunhão e intimidade com o Pai!

Para acessar o plano: 
- Tenha instalado o aplicativo "You Version" (Holy Bible) em seu celular, tablet, computador ou através do link www.bible.com
- Depois de ter criado ou logado sua conta acesse a aba "Planos" - em seguida "Procurar Planos" - e depois "Devocional"
- Dentro da aba "Devocional" busque o plano de leitura "Sementes da Palavra", conforme a imagem acima. - Clique em "Iniciar Plano"

(Se por alguma razão alguém não conseguir acessar o plano, deixe seu nº de celular nos comentários e eu adicionei em uma lista de transmissão com as devocionais diárias).

Segue abaixo o 1º dia:

INTRODUÇÃO: Plantando o Nosso Jardim Para uma Colheita Frutífera Como a nossa jornada parecerá: Dias 1-2: Introdução Dias 3-6: Preparando o Solo Usando o Evangelho de Lucas, teremos quatro dias para preparar o solo dos nossos corações para receber a verdade. Dias 7-40: Plantando e Cuidando do Seu Jardim 1. Cada dia começará com uma passagem de Efésios, um SEMENTE DA VERDADE. 2. Em PLANTE A SEMENTE será dado a você uma "semente" daquela passagem, uma escritura, para plantar em seu coração naquele dia. Intencionalmente direcione seus pensamentos para aquele versículo e ajuste o seu pensamento e coração para visualizar o seu dia e as pessoas em sua vida através do olhar daquele versículo. 3. Submeta-se aquela verdade e plante aquela semente no fundo do seu coração. 4. Em REGUE A SEMENTE, complete o exercício ou atividade sugerida para ajudá-lo a "plantar a semente" e mostre essa verdade completamente em sua vida. "Não se enganem; não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas a ponham em prática." (Tiago 1:22). 6. Em PRODUZIR FRUTO, uma verdade para o dia será destacada. Esse é o fruto que deverá surgir da verdade plantada e regada em seu coração. 7. Finalmente use as verdades em Efésios para guiá-lo em suas orações. "Quando estamos na presença de Deus, temos coragem por causa do seguinte: se pedimos alguma coisa de acordo com a sua vontade, temos a certeza de que ele nos ouve." (1 João 5:14). Ler Efésios 3:14-19. Como começar ... separe alguns momentos para preparar o seu coração antes de iniciar este estudo, assim como você prepara um jardim antes de plantar na primavera. Peça a Deus para abrir seu coração para receber as sementes da verdade que Ele deseja plantar em seu coração durante os próximos 40 dias. Ele pode fazer essas sementes crescerem em brotos saudáveis, plantas maduras, e depois uma colheita abundante. Não tenha medo de pedir a Ele por Sua ajuda para ouvir a Sua voz e dar-lhe a graça que você precisa para seguir os passos que Ele pede para você dar. O Senhor vai produzir um belo jardim de Seu caráter em seu coração! Prepare-se - a primavera está aqui! Que seu coração se encha até transbordar com a plenitude do Senhor! Orando por você, Laurie Salvo indicação ao contrário, as citações bíblicas são da Nova Tradução na Linguagem de Hoje, (NTLH), 2000 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados.

8 de mai. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia (continuação - Era dos Juízes)


A era dos juízes foi um período terrível na história do povo judeu. Eles tinham perdido seu ancoradouro espiritual e isso está registrado no versículo final do Livro dos Juízes: "cada um fazia o que lhe parecia certo". O resultado foi um tempo moralmente degradado, socialmente pervertido e espiritualmente falido de quase quatrocentos anos. Israel tinha toda a riqueza das promessas de Deus à sua disposição. Mas eles remexiam no lixo da vida, suando para levar uma existência deplorável. Podiam ser reis, mas viviam como pobres.

Há quatro assuntos principais na Era dos Juízes:
1. Juízes; 2. Rebelião; 3. Ciclos; 4. Rute.

1. Juízes: os líderes de Israel (Juízes):
Como visto no Livro dos Juízes, esses juízes não são homens que usam roupas negras largas, que se sentam em bancos e tomam decisões legais. Em vez disso, são líderes político-militares de Israel que exercitam quase que o poder absoluto por causa de suas capacidades. Os quatro juízes principais são:
  • Débora, uma juíza mulher no começo da Era dos Juízes.
  • Gideão, que derrota um exército de milhares com apenas trezentos homens.
  • Sansão, o juiz mais famoso, cuja fabulosa força capturou nossa imaginação durante milhares de anos.
  • Samuel, um personagem transicional muito vem conceituado nas Escrituras, que é tanto o último juiz quanto o primeiro profeta.
2. Rebelião: a quebra da Lei de Deus (Juízes):
O Livro de Juízes registra o período mais terrível na história de Israel, seguindo uma das eras mais brilhantes: a Era da Conquista sob o comando de Josué. Pouco antes de Moisés morrer, ele instrui Israel (em Deuteronômio 7:1-5) a fazer três coisas: 
  1. Destruir todos os habitantes de Canaã.
  2. Evitar o casamento com os canaanitas.
  3. Eliminar a adoração dos deuses canaanitas.
Israel fracassa nas três coisas. A quebra da Lei de Deus e o registro da subsequente degradação moral de Israel são coisas bastante tristes.

3. Ciclos: repetição das desgraças de Israel (Juízes):
Uma boa parte da Era dos Juízes envolve uma série de ciclos que são registrados no Livro dos Juízes. Cada ciclo possui cinco partes componentes: (1) Israel "peca", (2) Deus os disciplina por meio da "conquista" militar por um país vizinho, (3) Israel "se arrepende" e pede a Deus que os liberte, (4) Deus manda um juiz que os "liberta" dos grilhões, e (5) Deus "liberta" a terra da opressão militar durante o resto da vida do juiz. Esse é um ciclo: pecado, conquista, arrependimento, libertação e liberdade. Depois, quando um juiz morre, a repetição das desgraças de Israel recomeça. Os israelitas caem novamente no pecado, seguido por conquista, seguido por arrependimento, etc. Sete ciclos desses estão registrados no Livro dos Juízes.

4. Rute: uma mulher modelo (Rute):
Aparecendo com forte contraste em relação à história geral da Era dos Juízes está Rute, descrita no livro que leva seu nome. Essa mulher modelo que vive durante a Era dos Juízes é um exemplo de força moral e espiritual. Sua história é de amor, pureza e compromisso. É uma ilustração viva das bênçãos que Deus dá àqueles que vivem em obediência fiel à Ele. Um exemplo das bênçãos de Deus a Rute é que ela, que não era hebreia, está listada na linhagem que vai de Abraão a Jesus.

Fonte: Livro 30 Dias para Entender a Bíblia, Max Anders.

No próximo estudo, postarei a respeito da era do Reino– seus principais acontecimentos e linha histórica.

2 de mai. de 2013

Estudo | Dízimos e Ofertas.


Sei que este assunto bastante polêmico é motivo de dúvida para muitas pessoas, inclusive para cristãos. Por conta disso, resumi um estudo para esclarecer quanto à "dízimos e ofertas" no Antigo e no Novo Testamento.

A palavra hebraica para "dízimo" (ma' aser) significa literalmente "a décima parte."

Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida.
No âmago do dízimo, achava-se a ideia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais; o holocausto (Lv 1;6.8-131), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1-5.13; 6.24-30) e a oferta pela culpa (Lv 5.14-6.7; 7.1-10).
Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais.

Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT. Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Vo 9.4-14; Fp 4.15-18; 11Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer o Senhor (Dt 14.22,23).

Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás, equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12).

Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5, 11, 12). Nossas contribuições devem ser dadas com alegria.

Fonte: Estudo Dízimos e Ofertas, Bíblia de Estudos Pentecostal - Donald C. Stamps.

30 de abr. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia (continuação - Era da Conquista)


Depois do Êxodo, as circunstâncias também eram arriscadas para os israelitas. Eles tinha vagado pelo deserto durante quarenta anos por causa da rebelião e da descrença em Kadesh Barnea. Agora estavam em Jericó e o teste era o mesmo. Eles teriam a determinação para seguir em frente ou se encolheriam frente às circunstâncias, como tinham feito seus pais?
A tarefa de dirigir o povo caiu sobre os ombros de Josué. Moisés, o grande líder dos últimos quarenta anos, estava morto. O povo iria se sentir reanimado seguindo Josué? 

Há quatro eventos principais na Era da Conquista:
1. Jordão; 2. Jericó; 3. Conquista; 4. Domínio.

1. Jordão: a divisão milagrosa da água (Josué 1-5)
Moisés morre e Deus escolhe Josué para sucedê-lo. O primeiro desafio de Josué é cruzar o Rio Jordão durante uma cheia. Deus manda preparar a nação para a procissão cerimonial e começar a caminhar, sendo primeiro os sacerdotes, em direção ao Rio Jordão. Quando os sacerdotes tocaram a água, Deus a abriu para eles. (Essa é a segunda "separação milagrosa das águas" que Deus realizou por Israel. A primeira foi a divisão do Mar Vermelho). O povo respondeu e Deus separou o Rio Jordão por uma distância de uns quarenta quilômetros. Eles cruzam sem incidente e a água volta a correr normal.

2. Jericó: a conquista milagrosa da cidade (Josué 6)
A cidade de Jericó, um pequeno oásis no lado ocidental do Rio Jordão, perto do Mar Morto, não é só a entrada oriental para a Terra Prometida, mas também uma cidade fortificada que ameaça o bem-estar de Israel. Josué é um estrategista militar brilhante, tanto que suas campanhas na Bíblia ainda são estudadas no Colégio Militar nos dias de hoje. Enquanto observa a cidade, contemplando como conquistá-la, o anjo do Senhor aparece para ele e o instrui a marchar ao redor da cidade uma vez por dia, durante uma semana. No sétimo dia, ele deve marchar sete vezes e o povo deve gritar. A muralha da cidade vai cair. Eles fizeram isso e conseguiram... uma conquista milagrosa da cidade!

3. Conquista: a derrota de Canaã (Josué 7-12)
Os canaanitas estão unidos em seu ódio contra os israelitas, mas não na oposição militar a eles. Acima de tudo, a região é caracterizada por reis individuais, cada um com sua própria cidade e país. Josué corta no meio deles em direção ao Mar Mediterrâneo. Tendo dividido a terra, ele começa então a conquistá-la, do sul para o norte. Sete anos depois, a derrota inicial de Canaã é completada.

4. Domínio: finalizando o domínio (Josué 13-20)
Cada uma das doze tribos de Israel recebe uma terra por sorteio e é responsável por finalizar o domínio sobre aquela área. Todas as doze tribos habitam suas áreas e formam uma federação sem centralização com as outras tribos.

Fonte: Livro 30 Dias para Entender a Bíblia, Max Anders.

No próximo estudo, postarei a respeito da era dos Juízes– seus principais acontecimentos e linha histórica.

23 de abr. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia (continuação - Era do Êxodo)


Há quatro grandes eventos na Era do Êxodo:
1. Libertação; 2. A Lei; 3. Kadesh Barnea; 4. Quarenta anos vagando.

1. Libertação: liberdade da escravidão no Egito (Êxodo 1-18)
Os hebreus sofreram sob a escravidão no Egito durante quatrocentos anos antes de pedir a libertação a Deus. Este coloca Moisés como seu porta-voz perante o Faraó, o soberano do Egito, pedindo a libertação espiritual do povo hebreu. O faraó se recusa, e uma série de dez pragas é mandada sobre o Egito para convencer o faraó a deixar o povo partir. As pragas começam mal e terminam ainda pior – de sapos a mosquitos, passando por água que se transforma em sangue e chegando à morte dos primogênitos em todos os lares do Egito. Finalmente, o faraó consente em deixar os hebreus saírem do Egito. Depois que eles partem, muda de ideia e tenta recapturá-los. Então, longe, já no Mar Vermelho, Deus abre as águas permitindo que o povo hebreu cruzasse para o outro lado. As águas voltam a se juntar, protegendo-os do exército egípcio e liberando-os da escravidão no Egito. Deus, claro, só tem um destino para eles: a Terra Prometida de Canaã... a terra "onde jorra leite e mel". A terra na qual o pai deles, Abraão, tinha se estabelecido antes e que agora seria novamente o lar do povo.

2. A Lei: os mandamentos de Deus no Monte Sinai (Êxodo 19-40)
O povo hebreu agora começa a construir uma identidade nacional como Israel. Do Mar Vermelho, os israelitas viajam para o sul, para a base da Península do Sinai, e ali acampam. Eles recebem os mandamentos de Deus no Monte Sinai. Moisés recebe os Dez Mandamentos escritos em tabuletas de pedra pelo dedo de Deus. Moisés também recebe uma revelação completa da Lei que vai governar a vida nacional de Israel, bem como suas relações com Deus. Este promete abençoar a nação abundantemente pela obediência e amaldiçoá-la se desobedecerem.

3. Kadesh Barnea: lugar de rebelião contra Deus (Números 10-14)
Israel deixa o Monte Sinai e migra para o norte até um oásis, Kadesh Barnea, que se localiza na entrada sul da Terra Prometida. Desse ponto privilegiado, doze espiões são enviados até a Terra Prometida, um espião de cada uma das doze tribos de Israel. A terra está habitada pelos canaanitas, que não aceitariam bem a horda de israelitas voltando para a terra. Quando os espiões retornam, eles têm algumas notícias boas e outras más. A boa notícia é que a terra é linda e generosa, "jorrando leite e mel". A má notícia é que há gigantes e exércitos hostis por toda a terra. Dez espiões informam que a terra é indomável (apesar de Deus ter-lhes prometido dar-lhes a vitória sobre qualquer força opositora). Dois espiões, Josué e Calebe, exortam o povo a acreditar em Deus e entrarem na terra. O povo acredita no informe da maioria e se recusa a seguir Moisés até a terra. Assim, ela se torna conhecida como um lugar de rebelião contra Deus.

4. Quarenta anos vagando: consequências da rebelião contra Deus (Números 20-36)
Como uma consequência de se rebelar contra Deus em Kadesh Barnea, a geração do "Êxodo" está condenada a vagar no deserto até que todos que tinham 21 anos ou mais na época, morram. Nos seguintes quarenta anos, uma nova geração cresce para liderar; está disposta a seguir os líderes e entrar na terra. Moisés leva-os até o norte do Mar Morto perto de Jericó, a entrada leste da Terra Prometida. Moisés encoraja o povo, da-lhes instruções adicionais encontradas no Livro de Deuteronômio e depois morre.

Fonte: Livro 30 Dias para Entender a Bíblia, Max Anders.

No próximo estudo, postarei a respeito da era da Conquista, – seus principais acontecimentos e linha histórica.

15 de abr. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia (continuação - Era dos Patriarcas)


Há quatro grandes homens na Era dos Patriarcas:
1. Abraão; 2. Isaque; 3. Jacó; 4. José.

1. Abraão: pai do povo hebreu (Gênesis 12-23)
Por causa do pecado e da Queda do homem, a atenção de Deus agora está focada em um plano de redenção para a humanidade. Deus quer uma pessoa por intermédio da qual ele possa trabalhar para produzir um reflexo de si mesmo, e pela qual ele possa espalhar a mensagem da redenção ao mundo. Ele escolhe Abraão, que se torna o pai do povo hebreu, e promete um país (terra), incontáveis descendentes (semente) e um impacto mundial e atemporal (bênção). Abraão está vivendo em Ur, perto da convergência do Tigres com o Eufrates, na época. Deus o leva à terra de Canaã, onde Abraão se estabelece e tem dois filhos, Ismael e Isaque.

2. Isaque: segundo pai da promessa (Gênesis 24-26)
Isaque se torna o segundo pai da promessa quando a realização das promessas de Abraão passa para ele. Isaque testemunha  vários grandes milagres durante sua vida. Vive na terra de Abraão, torna-se próspero e morre velho depois de ter tido dois filhos: Esaú e Jacó.

3. Jacó: pai da nação de Israel (Gênesis 27-35)
As promessas dadas a Abraão são passadas por Isaque para Jacó, seu filho mais jovem. Jacó começa a vida como um canalha conivente. No entanto, após uma série de milagres e outros encontros com Deus, ele se emenda. Jacó tem doze filhos, e as promessas de Abraão são passadas a todos eles como família. Enquanto Abraão é o pai do povo hebreu, Jacó é o pai da nação de Israel, e de seus doze filhos emergem as doze tribos da nação de Israel.

 4. José líder no Egito (Gênesis 37-50)
Os filhos de Jacó, na maior parte, possuem pouco compromisso com o chamado de Deus para formar uma nação. Eles vendem seu irmão José como escravo e este é levado ao Egito. Por causa da retidão de José ele se torna um grande líder no Egito. Durante uma severa fome, sua família vai ao Egito atrás de comida, se reúne com José e, como resultado, desfruta de paz e conforto. Depois que José morre, no entanto, seu povo é escravizado pelos próximos quatrocentos anos. Esse tempo de julgamento aumenta a fome espiritual do povo hebreu e eles clamam a Deus por libertação.

Fonte: Livro 30 Dias para Entender a Bíblia, Max Anders.

No próximo estudo, postarei a respeito da Era do Êxodo, – seus principais acontecimentos e linha histórica.

Bom estudo e que Deus os abençoe!

9 de abr. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia (continuação - Era da Criação)


Há quatro grandes eventos dentro da Era da Criação. São:
1.Criação; 2.Queda; 3.Dilúvio; 4.Torre de Babel.

1. Criação: O homem criado à imagem de Deus (Gênesis 1:2)
Depois de uma demonstração dramática de poder ao criar os céus e a Terra, Deus cria o homem. Adão e Eva são criados à imagem de Deus, em perfeita harmonia e parceria com ele. Vivendo em um local idílico no Jardim do Éden, são indivíduos belos e inteligentes. A "imagem" não é aparência física, mas uma proximidade pessoal e espiritual. O homem tem intelecto, emoção e vontade. Possui um senso moral do certo e do errado. É um ser criativo. Essas são algumas características de Deus que são compartilhadas pelo homem e, nesse sentido, o homem é criado à imagem de Deus.

2. Queda: o pecado entrou no mundo (Gênesis 3)
Satã, aparecendo na forma de uma serpente, seduz Adão e Eva a se rebelarem contra Deus e violarem a única proibição que ele havia feito: não comer da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Como consequência, eles são expulsos do Jardim do Éden e uma maldição é colocada sobre a Terra. Quando Adão e Eva se rebelam, o pecado entra no mundo. Toda a dor, todo o mal, todo o sofrimento suportado pela humanidade todo o tempo podem ser traçados a partir desse ato, que é, portanto, apropriadamente chamado de "Queda" do homem.

3. Dilúvio: julgamento pelo pecado (Gênesis 6:10)
Nos vários anos seguintes, com o homem se multiplicando em número, da mesma forma se multiplicou sua tendência a pecar, até que chega o momento em que Deus só pode encontrar oito pessoas dispostas a viverem uma relação correta com ele: Noé, sua esposa, seus três filhos e suas esposas. Então, em julgamento pelo pecado, Deus realiza cirurgias na raça humana, cortando o tecido cancerígeno, onde estivesse, e deixando para trás o tecido saudável para se restaurar. Ele faz isso enviando um dilúvio universal que destrói a humanidade, exceto Noé e sua família, que são salvos na arca.

4. Torre: começo das nações (Gênesis 11)
O comando pós dilúvio de Deus para o homem é se espalhar, povoar e subjugar toda a Terra. Em direta desobediência àquele comando, o homem fica em um lugar e começa a construir um monumento para si mesmo, a Torre de Babel. Deus faz com que essa grande congregação de pessoas comece a falar línguas diferentes. A falta de comunicação impede o progresso da Torre e as pessoas com idiomas diferentes se dispersam para os quatro cantos da Terra e formam o começo das nações do mundo como as que conhecemos hoje.

Fonte: Livro 30 Dias para Entender a Bíblia, Max Anders.

No próximo estudo, postarei a respeito da era Patriarcas, – seus principais acontecimentos e linha histórica.

Um ótimo estudo à todos e que Deus os abençoe!

5 de abr. de 2013

Estudo | Entendendo a Bíblia

Muitas pessoas possuem dúvidas quanto à forma que devem ler a Bíblia. De Gênesis ao Apocalipse (sistematicamente) é o modo mais apropriado, já que assim cria-se uma noção de começo, meio e fim. Estou iniciando uma nova categoria de estudos, que acredito poder auxiliá-lo em sua leitura.
Recomendo a leitura do livro 30 dias para entender a Bíblia, de Max Anders. O autor explica a Bíblia separando-a em acontecimentos, que tornam a compreensão mais clara. A Bíblia tem caráter espiritual antes de tudo, mas não podemos esquecer de que ela se trata também de pura história. Diante disso, aprovo a didática do autor em fazer estas "separações", estes ícones; porque assim facilita o processo de memorização das principais eras, figuras, localizações e acontecimentos (no qual descreverei mais tarde).

Os três tipos de livros no Velho Testamento:

HISTÓRICOS
POÉTICOS
PROFÉTICOS
Gênesis
Isaías
Êxodo
Salmos
Jeremias
Levítico
Provérbios
Lamentações
Números
Eclesiastes
Ezequiel
Deuteronômio
Cantares
Daniel
Josué

Oseias
Juízes

Joel
Rute

Amós
1Samuel

Obadias
2Samuel

Jonas
1Reis

Miqueias
2Reis

Naum
1Crônicas

Habacuque
2Crônicas

Sofonias
Esdras

Ageu
Neemias

Zacarias
Ester

Malaquias

Se você quer ler a história da nação hebreia no Velho Testamento, deve ler os primeiros dezessete livros. Eles compõem uma linha do tempo histórica para a nação de Israel (Livros Históricos).
Se quer ler a poesia da Israel, deve ler os próximos cinco livros do Velho Testamento (Livros Poéticos).
Se quer ler sobre as profecias de Israel, deve ler os últimos dezessete livros (Livros Proféticos).

Isso é um pouco simplificado, porque há alguma poesia nos Livros Históricos e alguma história nos Livros Proféticos, e assim por diante.

*Considerando o "desmonte" da Bíblia que o autor fez, transcrevi as principais eras e suas características, para uma melhor compreensão do Antigo Testamento.

ERA
FIGURA
LOCALIZAÇÃO
DESCRIÇÃO
CRIAÇÃO
ADÃO (O primeiro homem)
ÉDEN
O jardim do Éden, onde Adão é criado. Perto da convergência dos rios Tigre e Eufrates.
PATRIARCAS
ABRAÃO (O primeiro patriarca)
CANAÃ
Abraão migra de Ur, perto do Éden, para Canaã, onde ele e os outros patriarcas vivem até a época da escravidão no Egito.
ÊXODO
MOISÉS (O líder do êxodo)
EGITO
Durante uma severa fome, os israelitas migram para o Egito e são escravizados  por 400 anos antes do êxodo para a liberdade.
CONQUISTA
JOSUÉ (O líder do exército de Israel)
CANAÃ
Josué lidera a conquista da Terra Prometida em Canaã.
JUÍZES
SANSÃO (O mais famoso juiz)
CANAÃ
Os israelitas vivem em Canaã sob um sistema tribal pouco centralizado, dirigido por Juízes, durante os próximos 400 anos.
REINO
DAVI (O mais conhecido rei israelita)
ISRAEL
Com a formação de uma monarquia formal, a terra agora é chamada pelo nome nacional de Israel.
EXÍLIO
DANIEL (O maior profeta do exílio)
BABILÔNIA
Por causa do julgamento por corrupção moral nacional, Israel é conquistado por nações estrangeiras, finalmente forçando seus líderes a setenta anos de exílio na Babilônia.
RETORNO
ESDRAS (O líder central do retorno)
JERUSALÉM
Os israelitas exilados ganham a permissão de voltar a Jerusalém para reconstruir a cidade e o templo, mesmo permanecendo sob o domínio da Pérsia.
SILÊNCIO
FARISEUS (Os líderes religiosos)
JERUSALÉM
Apesar de o domínio da terra mudar da Pérsia para a Grécia e Roma, Israel tem a permissão de “adorar” em Jerusalém sem problemas durante os próximos 400 anos de “silêncio”.

Fonte: Livro 30 dias para entender a Bíblia, Max Anders.

Na próxima postagem de estudos, falarei à respeito da era Criação, –  seus principais acontecimentos e linha histórica. Espero que aprovem a nova categoria, e bom estudo!